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8, 9 e 10 de Dezembro -  V Tunan'TE

15 de Dezembro - Aniversário escstunis

Tuna Académica da Escola Superior de Comunicação Social - Campus de Benfica do IPL

As portas dos ensaios continuam abertas. Terças e Quintas a partir das 19h no Auditório Vítor Macieira. Aparece! a tuna é tua !
Zé Portuga
Olh'á escstunis
Imperial
Sonhando
Capas Negras de Estudante
Silêncio do Tom
Sentença
Vida Boémia
Teu Sorriso


Zé Portuga

Música de Pedro “D’zrt” Limpo e Luís “Crómio” Alves, Letra de Roberto “Bar Aberto” Leandro

 

 

O bom português

Veste camisa gasta

No punho e na gola

A calça já russa

Sapato de meia sola.

 

O bom português

Diz bom palavrão

Coça as partes baixas

E cospe no chão

 

O bom português

Engana as finanças

Engana meio mundo

E estoura poupanças.

 

O bom português

Só gosta de fado

Só vibra pla bola

E vive cansado.

 

Trabalha pouquinho

Pra não se gastar,

Atesta no vinho

E sabe arrotar.

 

É fã do tremoço

E dos “minuins”,

Traz ouro ao pescoço

E pedras nos rins.

 

O bom português

Não dispensa a conquilha

Palita os dentes

Não fecha a braguilha.

 

O bom português

Tem pelo no peito

E unha crescida

Pra limpar a preceito.

 

O bom português

É analfabeto

Mas manda cagar

No tempo correcto!

 

 O bom português

Tem de assobiar

Prá miúda gira

Que vai a passar.

 

O bom português

Debate na tasca

O como e os porquês

Do país estar à rasca.

 

O bom português

É sempre campeão,

Trabalha um mês

Já diz que é patrão…!

 


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Olh'á escstunis [ouvir]
Música e letra de João "Xanana" Videira

(Refrão:)
Olh’á escstunis
Com a sua mocidade
Cantando suas canções
Para vós nesta cidade
Olh’á escstunis
Estudantes afinal
Cantaremos para vós
Gente deste Portugal


Percorremos Portugal
Mostrando as tradições
Vivemos sempre a cantar
Enamorando corações
De guitarras na mão
Para nos acompanhar
Serenatas às donzelas
Esta noite vamos cantar

(Refrão)

Santo António padroeiro
Do estudante em Lisboa
Percorreu o mundo inteiro
A fazer coisa boa
Nossa vida de estudante
De boémia e de saudade
Com as nossa capas negras
De volta a esta cidade

(Refrão)


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Imperial [ouvir]
Música de Ricardo "Boxers" Martins, letra de Sofia "Tiques" Amaral

(Refrão:)
Só tu matas minha sede
Só tu és desinteressada
E só tu me compreendes
Nas noites de guitarrada

Loira, altiva, e poderosa
É única e inebriante
És a única mulher
Na vida de um estudante

(Refrão)

Sempre fresca e disponível
És a melhor companheira
Quero-te sempre a meu lado
Nas noites de bebedeira

(Refrão)

Quero viver a trinar
As cordas da minha vida
Para te saborear
Na hora da despedida

(Refrão)


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Sonhando [ouvir]
Música e letra de João Pedro "Greg" Pereira

Andava por aí cansado
Percorrendo as ruas
Levando um recado
Esperando por ti no mercado
Sonhava em ter-te
P’ra sempre a meu lado

Queria dizer-te que te amo
Que quero abraçar-te
Fundir-me em ti
Dizer-te que não tenho um plano
Destino ou sorte
Eu quero-te a ti

(Refrão:)
Sonhando
Supero as barreiras
As encruzilhadas
Incertas do amor
Buscando
Expressões encantadas
Palavras sentidas
Eu amo com dor

Sentindo um vazio crescente
Tentando encontrar-me
Eu sigo em frente
Procuro em ti a verdade
Procuro o meu norte
A loucura, a saudade


Queria dizer-te que te amo
Que quero abraçar-te
Fundir-me em ti
Dizer-te que não tenho um plano
Destino ou sorte
Eu quero-te a ti

(Refrão, duas vezes)


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Capas Negras de Estudante [ouvir]
Música e letra de João "Xanana" Videira

(Refrão:)
Capas negras de estudante
São sinal de despedida
São como a capa que eu trago
Ao ombro na minha ida
Ao ombro na minha ida
Numa noite de luar
Capas negras de estudante
Ao amor que eu vou cantar

(Refrão)

À janela vou cantar
Tudo o que agora eu sinto
Prá donzela enamorar
E já mais ser esquecido
Trovas de amor eu deixo
Prá donzela que eu amo
Minha capa e um beijo
E o amor que por ti clamo

(Refrão)

A lua por companheira
Para sempre recordar
Os amores que eu já vivi
Os amores que eu vou deixar
Minha sina de estudante
Que agora chega ao fim
Foi vivida cada instante
P’lo amor que por ti senti

(Refrão)


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Silêncio do Tom [ouvir]
Música de João" Jogabi" Almeida, letra de Duarte "Tintin" Sousa

Chamando o tom
Canto rouco e me despeço
De um mero som
No qual brinco e tropeço

Não quero estar perto
Do começo e desistir
Sorrindo ao incerto
Sem um rumo a seguir

(Refrão:)
Tens tanta doçura
Tens tanto saber
Viverás comigo até morrer

Busco caminho seguro
O som tem de nascer
É uma luz no escuro
Que tu tens de acender

Canta baixinho
Com a força de querer
Um dia sozinho
É um dia para esquecer

(Refrão)


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Sentença 
Música de Pedro “D’zrt” Limpo, letra de Roberto “Bar Aberto” Leandro

Nas horas de maior loucura
Que a noite não cura
Entre sonhos e luar
Te dou em verso este canto
Que não exprime o quanto
Eu te quero amar

Lágrimas e sorrisos
Me marcam os passos
Que sempre te procuram,
Nos instantes imprecisos
Em que os teus olhos me matam,
Me matam e me curam...

Sou guerreiro, sou amante,
Marinheiro errante
Desta nau que te navega,
Sempre perto ou tão distante
Cavaleiro andante
Que pelos teus olhos se entrega

Nem de acordes nem de versos
Se diz a beleza
Que me traz sonhando,
Preso nos beijos dispersos
Que a tua incerteza
Cruel, me foi dando

Morto por essa verdade
Que a tua indiferença
agora ditou
guardo de ti esta saudade,
que é minha sentença
do amor que te dou...


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Vida Boémia 
Letra: Roberto “Bar Aberto” Leandro
Música: André “Quaresma” Oliveira e Filipa “Xaxa” Batista

Lá vão na noite os estudantes
Amantes da vida malvada
Em romaria de sons
De negra capa traçada

Vão alegres os boémios
Pelas ruas desta cidade
Bate já no coração
A ilusão da mocidade

Nas toadas que cantam
São males que espantam
Tristezas que rejeitam

É sempre mais forte
A guitarra, a saudade
É com ela que se deitam

Refrão:
Esta vida boémia
Da gente estudante,
Amantes da saudade

Das capas fazem bandeira
Em cada noite errante
P’las ruas desta cidade

Amantes que não se redimem
Vagabundos, reis sem coroa
Fazem dos versos que exprimem
A verdade que’os magoa

Dão tudo em troca de nada
São como heróis sem medalha
Sua voz é a sua espada
Qual a sorte que lhes calha?

Fazer vida da dor
Ser poeta, trovador

Nunca perder a esperança

Se cantam é por amor
Não terão mais valor
Que’a boémia aliança

Refrão


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Teu Sorriso [ouvir]
Música e letra de João "Jogabi" Almeida

Julguei que seria
Loucura, ousadia
Pedir que me ouvisses cantar
Disseste talvez
E o teu olhar se fez
Doce canto de sons e de mar
Ganhei asas e fi-lo sonhar
Com a distância de não te encontrar

(Refrão:)
Quero
Hoje dizer-te que não tenho
Mais do que azul para dar
Sei que não me mentiste
Quando um dia sorriste
Ao saber que não ia mudar
Para sempre eu hei-de ouvir:
"Amor é querer-te ouvir
Cantar"

A tua paixão
Foi a minha ilusão
E tentei perceber o porquê
Contigo tão perto
Não conto decerto
Teu sorriso ver mais uma vez
E dar daquilo que se fez
Uma sombra de luz a cantar

(Refrão)


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