Olh'á escstunis [ouvir]
Música e letra de João "Xanana" Videira
(Refrão:)
Olh’á escstunis
Com a sua mocidade
Cantando suas canções
Para vós nesta cidade
Olh’á escstunis
Estudantes afinal
Cantaremos para vós
Gente deste Portugal
Percorremos Portugal
Mostrando as tradições
Vivemos sempre a cantar
Enamorando corações
De guitarras na mão
Para nos acompanhar
Serenatas às donzelas
Esta noite vamos cantar
(Refrão)
Santo António padroeiro
Do estudante em Lisboa
Percorreu o mundo inteiro
A fazer coisa boa
Nossa vida de estudante
De boémia e de saudade
Com as nossa capas negras
De volta a esta cidade
(Refrão)
Imperial [ouvir]
Música de Ricardo "Boxers" Martins, letra de Sofia "Tiques" Amaral
(Refrão:)
Só tu matas minha sede
Só tu és desinteressada
E só tu me compreendes
Nas noites de guitarrada
Loira, altiva, e poderosa
É única e inebriante
És a única mulher
Na vida de um estudante
(Refrão)
Sempre fresca e disponível
És a melhor companheira
Quero-te sempre a meu lado
Nas noites de bebedeira
(Refrão)
Quero viver a trinar
As cordas da minha vida
Para te saborear
Na hora da despedida
(Refrão)
Sentença
Música de Pedro “D’zrt” Limpo, letra de Roberto “Bar Aberto” Leandro
Nas horas de maior loucura
Que a noite não cura
Entre sonhos e luar
Te dou em verso este canto
Que não exprime o quanto
Eu te quero amar
Lágrimas e sorrisos
Me marcam os passos
Que sempre te procuram,
Nos instantes imprecisos
Em que os teus olhos me matam,
Me matam e me curam...
Sou guerreiro, sou amante,
Marinheiro errante
Desta nau que te navega,
Sempre perto ou tão distante
Cavaleiro andante
Que pelos teus olhos se entrega
Nem de acordes nem de versos
Se diz a beleza
Que me traz sonhando,
Preso nos beijos dispersos
Que a tua incerteza
Cruel, me foi dando
Morto por essa verdade
Que a tua indiferença
agora ditou
guardo de ti esta saudade,
que é minha sentença
do amor que te dou...
Vida Boémia
Letra: Roberto “Bar Aberto” Leandro
Música: André “Quaresma” Oliveira e Filipa “Xaxa” Batista
Lá vão na noite os estudantes
Amantes da vida malvada
Em romaria de sons
De negra capa traçada
Vão alegres os boémios
Pelas ruas desta cidade
Bate já no coração
A ilusão da mocidade
Nas toadas que cantam
São males que espantam
Tristezas que rejeitam
É sempre mais forte
A guitarra, a saudade
É com ela que se deitam
Refrão:
Esta vida boémia
Da gente estudante,
Amantes da saudade
Das capas fazem bandeira
Em cada noite errante
P’las ruas desta cidade
Amantes que não se redimem
Vagabundos, reis sem coroa
Fazem dos versos que exprimem
A verdade que’os magoa
Dão tudo em troca de nada
São como heróis sem medalha
Sua voz é a sua espada
Qual a sorte que lhes calha?
Fazer vida da dor
Ser poeta, trovador
Nunca perder a esperança
Se cantam é por amor
Não terão mais valor
Que’a boémia aliança
Refrão